Delegação de Oliveira de São Mateus

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OPERAÇÃO FÁTIMA'17
Terça, 07 Março 2017 15:25
 peregrinos

 

 
(clique nos links acima)

Como nos anos anteriores, a "Operação Fátima” da Cruz Vermelha Portuguesa de apoio aos peregrinos vai decorrer sob a coordenação do Gabinete de Planeamento e Coordenação da área de Emergência, a nível nacional, de 1 a 12 de Maio.

Neste ano especial, de comemorações do centenário das aparições de Fátima e da visita do Papa Francisco, as estruturas locais e os voluntários da Cruz Vermelha encontram-se já em preparação para prestar apoio aos milhares de peregrinos que se vão deslocar ao Santuário por roteiros de Norte a Sul de Portugal, até ao dia 13 de Maio.
 
Durante estes dias, 28 Delegações e Centros Humanitários da Instituição vão estabelecer cerca de 43 postos por diversos percursos, envolvendo perto de 650 voluntários.
 
Nestes locais serão prestados diversos serviços, como cuidados médicos e de enfermagem, primeiros socorros, evacuação hospitalar, apoio psicológico, massagens, podologia e apoio logístico (espaços para descanso/dormidas, banhos, refeições, distribuição de águas e reforço alimentar).
 
Apoios
  • Centralcer
  • Farmácias Holon
  • Nutricafés
  • Gasin - Oxigenoterapia
  • Os Mosqueteiros
 
Inscrições abertas para Masterclass com Marian Volkman, especialista na intervenção em trauma
Sexta, 03 Março 2017 11:24

tir masterclass

No âmbito do trabalho que a Cruz Vermelha Portuguesa tem vindo a desenvolver na formação especializada na área da psicotraumatologia, anuncia-se a realização de uma Masterclass em Intervenções Práticas, com a presença de Marian Volkman, especialista de referência mundial na intervenção em trauma, no dia 29 de Março, em Lisboa.

Nesta iniciativa, e com o objectivo de partilhar a utilização do TIR - Traumatic Incident Reduction ao nível do trauma complexo e de outras técnicas ao nível da intervenção em crise, vão ser abordadas questões para uma intervenção prática. Para este efeito, estará também presente Bruno Brito, psicólogo especialista em Psicotraumatologia.

As vagas são limitadas, mediante o pagamento da inscrição no valor de 40€.

Local: Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa, Jardim 9 de Abril, nº 1 a 5, Lisboa (junto ao Museu Nacional de Arte Antiga)

Horário: 29 de Março de 2015, das 10 às 17h30.

Para proceder à inscrição basta preencher o ​FORMULÁRIO ONLINE e enviar o comprovativo do pagamento para o email Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar


O Traumatic Incident Reduction -TIR é usado desde 1984; trata-se de uma abordagem utilizada de um-para-um, bastante estruturada e centrada na pessoa, para resolver de forma permanente os efeitos de trauma e do stress traumático, bem como as suas consequências negativas num curto espaço de tempo.

É uma ferramenta essencial para profissionais que lidam com vítimas de trauma, em situações de crise ou em acompanhamento continuado. A aplicação mais conhecida do TIR incide na resolução rápida de sequelas traumáticas, incluindo a Perturbação Pós Stress Traumático.

 
Cruz Vermelha presente na campanha "Ser Solidário" do Multibanco
Terça, 31 Janeiro 2017 11:39

A Cruz Vermelha Portuguesa vai integrar novamente a campanha "Ser Solidário" na rede Multibanco, a partir do dia 1 de Fevereiro de 2017 durante o período aproximado de um ano.

Assim, num Caixa Automático Multibanco, poderá efectuar o seu donativo para a CVP, bastando seguir os seguintes passos:

sibs  
  1. Introduzir o cartão bancário;
  2. Digitar o código pessoal secreto;
  3. Seleccionar "Transferências";
  4. Seleccionar "Ser Solidário";
  5. Escolher a entidade "Cruz Vermelha Portuguesa";
  6. Indicar o montante do donativo;
  7. Seleccionar opção de impressão (Talão ou Recibo);
  8. Digitar o NIF se seleccionar a opção Recibo;
  9. Confirmar a operação.

Os utilizadores têm também a opção de solicitar um comprovativo para efeitos fiscais. Para tal devem seleccionar a opção “Recibo” e introduzir o seu Número de Contribuinte. No final da operação, o talão comprovativo é valido para efeitos de apresentação no serviço de Finanças, estando o cabeçalho preenchido com os dados fiscais da Cruz Vermelha Portuguesa.

Este meio é disponibilizado pela campanha "Ser Solidário” da SIBS e dos bancos do sistema Multibanco, podendo ser suspensa a qualquer momento.


Nota importante
As doações monetárias são a melhor forma de ajudar as pessoas carenciadas ou vítimas de desastres, porque o dinheiro pode, de forma muito rápida e simples, ser transferido para qualquer conta bancária ou convertido imediatamente nos bens necessários, em qualquer parte de Portugal ou do mundo. Desta forma, a Cruz Vermelha pode usar o seu forte poder de compra para beneficiar o maior número de pessoas e ajustar a resposta muito rapidamente a necessidades e prioridades variáveis.

 
Dia Internacional dos Migrantes, declaração da Cruz Vermelha
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Declaração da Cruz Vermelha da União Europeia

Todos os migrantes têm direitos

Apelamos ao respeito pelos direitos dos migrantes em situação irregular

 

Bruxelas, 18 de Dezembro de 2016

No Dia Internacional dos Migrantes, o Gabinete da Cruz Vermelha da União Europeia incentiva os seus Estados-Membros a tomarem medidas decisivas para proteger a dignidade dos migrantes em situação irregular.

Os migrantes em situação irregular estão entre as pessoas mais vulneráveis na Europa. Contudo, muitas das suas necessidades não são abordadas, pois muitas vezes vivem na sombra da sociedade, com medo de serem detidos. Vivem clandestinamente, com frequência, e enfrentam dificuldades significativas no acesso a serviços básicos e assistência vital como é a assistência médica, educação ou apoio jurídico. "Apesar de ser difícil quantificar os números, sabemos que este grupo está a aumentar, como pessoas que desparecem da face da terra porque lhes é negado o direito de asilo ou optam por não submeter o pedido nos países de trânsito. Os nossos colaboradores estão preocupados com a crescente vulnerabilidade dos migrantes que encontram nos seus trabalhos", sublinha Denis Haveaux, director do Gabinete da Cruz Vermelha da UE.

As medidas destinadas a reduzir a migração irregular para e dentro da UE não devem esconder o facto de que todos os migrantes - incluindo os que estão em situação irregular - têm direitos fundamentais. O seu acesso à ajuda humanitária, aos serviços básicos e à protecção não deve ser negado. No entanto, as organizações da sociedade civil que se comprometem a responder aos migrantes, como as Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha, enfrentam dificuldades em chegar aos migrantes em situação irregular.

Hoje, mais do que nunca, apelamos à UE e aos seus Estados-Membros a alterar qualquer legislação que complique ou mesmo proíba a provisão de ajuda humanitária aos migrantes. “Gestos de solidariedade e humanidade estão entre os mais positivos aspectos do património da UE. Devem ser comemorados.”, salienta Denis Haveaux. "É crucial que os líderes da UE permitam e encorajem a ajuda humanitária.”

Há muitas razões que justificam os migrantes a procurar entrar irregularmente ou cair em irregularidades num Estado-Membro. Os migrantes que estão em trânsito ou que ainda não solicitaram protecção internacional, podem encontrar-se numa situação irregular. A ausência de vias legais de acesso a protecção, em segurança, na EU, também, leva as pessoas a migrarem irregularmente. As Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha em toda a Europa têm vindo a observar o seguinte: muitos migrantes procuram rotas perigosas para chegar ao seu destino pretendido ou permanecem retidos em áreas remotas – onde têm pouco acesso a serviços e assistência.

"Os nossos colegas oferecem uma gama de serviços, incluindo primeiros socorros, rastreios, cuidados médicos e fornecimentos de emergência, tais como alimentos, água e itens de higiene. Prestam apoio a todos os migrantes, independentemente do seu estatuto jurídico. 

O principal desafio é ser capaz de contactarem com migrantes em situação irregular, especialmente nos pontos de passagem de fronteira e em detenção. Estamos extremamente preocupados pelas consequências humanitárias desta situação", diz Denis Haveaux.

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Actualmente, vários Estados Membros estão a alterar a sua legislação para restringir as condições de acesso à protecção internacional e ao reagrupamento familiar. Além disso, o crescente aumento da aplicação de critérios de acesso como parte dos procedimentos de asilo, está a empurrar os migrantes para evitarem o sistema de asilo, colocando-os frequentemente num limbo legal. Para pessoas cujo pedido de protecção internacional foi recusado, mas não podem ser devolvidas ao seu país de origem, devido a obstáculos concretos, práticos ou jurídicos, existe um risco elevado de cair em irregularidades. A UE e os seus Estados Membros devem trabalhar para facilitar o acesso destes migrantes a um estatuto seguro e digno.

Nos últimos meses, a UE e os seus Estados-Membros sublinharam a necessidade de reforçar o controlo de fronteiras e facilitar o regresso para reduzir a entrada irregular e a estadia dos migrantes. Enquanto os migrantes que tentam atravessar fronteiras podem ser agora menos visíveis, certamente não são menos vulneráveis. "Embora o retorno seja uma fase possível no processo de migração, ele só deve ocorrer quando puder ser feito com segurança e dignidade ", diz Denis Haveaux. "O cumprimento dos direitos fundamentais do migrante deve ser garantido."

 
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